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Desemprego no Brasil Imprimir E-mail
Escrito por SOS Estudante.com   


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O Desemprego no Brasil

Infelizmente, o nível de desemprego no Brasil, em 1999, ficou em torno de 7,6%. Ou talvez devemos agradecer, já que em 1998 a situação ficou em torno de 8,5%, número realmente preocupante. O desemprego cresceu, grandemente, nos últimos anos e o governo está trabalhando para que as taxas reduzam. O número de desempregado no Brasil subiu para 38% durante os primeiros quatro anos de governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso e o total global de desempregados no Brasil alcançou 6,6 milhões de pessoas em 1998.
O desemprego que atualmente atinge o Brasil é a causa de das manifestações de descontentamento que vemos todos os dias e do aumento da massa de menos favorecidos. O desemprego, é um dos piores problemas de exclusão social. Consequentemente, gera maiores desigualdades e injustiças sociais e coloca nosso país no cenário internacional com altos índices de criminalidade, milhões de miseráveis, carentes e subnutridos. É uma realidade incontestável, da qual nenhum de nós pode fugir ou negar.
ANO 2000
A taxa média de desemprego no Brasil em 2000 foi a menor em três anos, 7,1%, indicando que o índice mantém os sinais de queda revelados no ano passado. Em 1999, a crise econômica elevou o porcentual para 7,6%. A taxa de dezembro, de 4,8%, foi a menor deste mês desde 1997, no início da crise asiática. Apesar dos dados, o índice de desemprego acumulado de 2000 é o segundo maior da série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada há 18 anos.
O desempenho de dezembro, o melhor do ano passado, foi resultado do aumento do número de contratações temporárias nos setores de comércio e serviços. A taxa do mês foi menor que a de novembro do mesmo ano (6,2%) e dezembro de 99 (6,3%). A gerente da Pesquisa de Emprego e Rendimento do IBGE, Shyrlene Ramos de Souza, lembra que o último mês do ano tradicionalmente registra queda no desemprego e destaca também a elevada base de comparação de 99, ano de crise.
Outro motivo a ser destacado no reduzido índice de dezembro é a influência do número de pessoas desocupadas (procurando emprego). A chegada das férias, segundo ela, levou ao adiamento da busca por uma vaga no mercado de trabalho. O resultado é que a população desocupada caiu de 1,1 milhão em novembro para 869,9 mil em dezembro, uma queda de 23,3%. Por outro lado, o número de pessoas ocupadas permaneceu praticamente estável em 17,3 milhões.
A Fome no Brasil
Segundo dados apresentados pelo Professor José Luiz Fonseca Da Silva Filho, os dados da fome, em 1995, eram basicamente os seguintes:
1- 32.000.000 de brasileiros (9.000.000 de famílias) defrontam-se diariamente com o problema da fome; a renda mensal lhes garante, na melhor das hipóteses, apenas a aquisição de uma cesta básica de alimentos;
2- Destes, 15.500.000 estão localizados nas cidades e 16.500.000 estão em área rural;
3- 7.200.000 destes brasileiros famintos estão nos Estados da região nordeste e 4.500.000 estão nas regiões metropolitanas;
4- A quantidade diária de calorias e proteínas per capita/dia recomendada é de 2.242 Kcal e 53 gramas de proteínas. O Brasil tem uma disponibilidade de 3.280 Kcal e de 87 gramas de proteínas por habitante;
5- A fome que atinge 32 milhões de brasileiros não se explica pela falta de alimentos. O problema alimentar reside no descompasso entre o poder aquisitivo de um amplo segmento da população e o custo de aquisição de uma quantidade de alimentos compatível com a necessidade de alimentação do trabalhador e de sua família.
6- Existe um desencontro geográfico entre a existência dos produtos e a localização das famílias mais necessitadas. Quase 90% da produção localizam-se no Sul, Sudeste e porção meridional do Centro - Oeste, enquanto 60% dos famintos habitam no Norte e Nordeste.
Esta é a triste realidade do Brasil: um país capaz de alimentar seu povo, pela própria produção, mas impedido pela má distribuição de renda e pelas injustiças econômicas às quais a população está submetida.
Existem muitas iniciativas que estão tentando melhorar a situação da fome em nosso país, como por exemplo, o movimentos da Ação da Cidadania contra a Fome, um marco na história à combate fome neste país idealizado pelo falecido sociólogo Herbert de Souza, o Betinho.
Mesmo assim, com todos estes esforços, os projetos hoje existentes não são suficientes para eliminar a fome e desnutrição no país. Até que a fome seja, finalmente, erradicada, muitos terão sucumbido à própria miséria.

O Analfabetismo
O número de pessoas que não sabem ler ou escrever está diminuindo no Brasil
Principalmente entre os jovens, o analfabetismo está acabando. Em 1999, de cada 100 crianças de 7 a 14 anos de idade, 95 estavam freqüentando a escola.
Dados de 1992 e de 1999:
De cada 100 crianças brasileiras de 5 a 6 anos
Em 1992 53 estavam na escola. Em 1999 eram 70 crianças na escola
De cada 100 crianças brasileiras de 7 a 14 anos
Em 1992 86 estavam na escola. Em 1999 eram 95 crianças na escola
De cada 100 crianças brasileiras de 15 a 17 anos
Em 1992 59 estavam na escola .Em 1999 eram 78 crianças na escola

Mas no Brasil as crianças ficam poucos anos na escola.
Entre a garotada de 11 aos 14 anos, são apenas 4 anos dedicados à escola.
Nas áreas rurais e na região Nordeste a situação é ainda mais grave.
No Brasil é elevado o número de crianças que se atrasa nas séries escolares. Aos 14 anos de idade, uma criança deveria estar cursando a 8ª. série. Mas a realidade é outra.
Em 1999, de cada 100 estudantes brasileiros, 72 não estavam na série adequada a sua idade.

A Natalidade
22,32% ao ano. Se a população é de 130.000.000 então ela aumenta 22,32% que é igual à 159.016.000 (os 22,32% é igual à 29.016.000)
A Mortalidade
Período  Taxa de mortalidade(por mil - % )
1940/1950  20,9
1950/1960  14,2
1960/1970  9,8
1970/1980  8,1
1980/1991  7,9
Perspectiva Para Daqui à 10 Anos.
O Desemprego
A tendência para o desemprego é de só aumentar se o governo não agir. Cada vez mais as pessoas se lançam no mercado de trabalho, só que não tem emprego para elas e quanto mais pessoas nascem mais vamos ter desemprego. Enquanto alguém de 18 anos entra no mercado de trabalho e nasce alguém. Esse alguém tem que ter um emprego garantido além de estudo e saúde. O governo tem que assegurar toda a qualidade de vida e aumentar a perspectiva de vida por que hoje a média é de 68 anos.

A Fome
O Brasil possui poderia acabar com a fome rapidamente por causa de suas riquezas naturais e da grande produção agrícola, mas com a má distribuição tanto de renda como a exportação maior do que a venda interna, isso acaba com o mercado e aumenta a fome e com isso a violência (pois as pessoas roubam para poder comprar comida ou roubam comida). Se o governo conseguir melhorar sua organização e sua distribuição de renda, daqui a 10 anos a fome pode ter sumido em quase todo o território nacional.

O Analfabetismo
A educação é a base para a sociedade e para o mercado porque cada vez mais se precisa de mão-de-obra especializada, e sem estudo ou má condição de estudo, as pessoas não conseguem ficar preparadas para encarar esse grande mercado. As escolas públicas antes eram as melhores e para entrar era preciso testes e só os bons entravam, e os ruins deveriam ir para a escola particular e pagar para ter um ensino de pior qualidade, mas a realidade é outra, hoje deve-se pagar para estudar, o que é um dever do governo (mais uma vez nós devemos pagar pelos erros do governo), e os que não podem pagar ( a grande maioria) acaba recebendo um pior ensino. O governo deveria aumentar os salários dos professores e incentivá-los à fazerem cursos de mestrado, para melhor ensinarem, mas com a corrupção que hoje existe, a população não tem como reagir contra essa péssima qualidade de ensino. Se continuar assim daqui 10 anos quem sair de escolas particulares vão se dar muito melhor do que os que sairem da escola pública, e entraram mais fácil numa boa faculdade. O governo precisa agir.

A Natalidade
Hoje no Brasil a população vem aumentando (se não considerarmos a mortalidade), só que o governo não dá conta nem das pessoas que já nasceram imaginem com as que vão nascer. Não vão ter educação, saúde, emprego, boa moradia, boas condições de higiene. A população daqui a dez anos vai ser de aproximadamente 223,20% maior o que eqüivale à 419.900.000 milhões de pessoas. O governo não possui estrutura suficiente para elas. A sociedade estará um caos e as pessoas cada vez mais insatisfeitas. Solução: organizar a sociedade aos poucos, mas organizá-la sempre.
A Mortalidade
Por incrível que pareça a mortalidade no Brasil vem caindo todo o ano. Na última pesquisa a mortalidade foi de 7,9%. Menos 0,2% da pesquisa anterior. Parece pouco, mas o Brasil tem 130.000.000 de pessoas o que seria 10.270.000 pessoas na última década (observe a tabela na página 5)

 
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