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A POÉTICA DA ÁGUA Imprimir E-mail
Escrito por janaina silva fares   


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ImageA POÉTICA DA ÁGUA: uma leitura fenomenológica de Thiago de Mello e de García Lorca revela toda a extensão da sensibilidade da Autora que mergulha nos poemas de Thiago de Mello e de García Lorca para aí encontrar o elemento comum: o devaneio diante da água.

Emergindo da profundeza das águas de Thiago de Melo e de García Lorca, o texto de Conceição Ramos é um sedutor convite ao leitor para navegar, com ela, no universo amazônico exuberante de água e no universo granadino árido e seco, eternamente apaixonado pela água, aí tão escassa.
          
A "água doce/vida" e a chuva franciscana" são a fonte onde a Autora leva o leitor a beber a seiva frutificadora dos seus devaneios esfomeados de terra e em busca ávida da "água/sêmen do rio e/ou da chuva".
         
Literalmente arrastado pela correnteza do texto poético de Conceição Ramos, o leitor embarca no jogo de sedução da palavra, do qual lhe é impossível escapar, tão preso está às imagens aquáticas de Thiago de Mello e de García Lorca que lhe são reveladas.
 
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