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Cultura e poder nas Organizações |
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Escrito por EVA SOUZA
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Devido ao aumento no número de pesquisas sobre o tema, algumas pretendem aprender os padrões culturais de uma organização a partir da somatória de opiniões e percepções de seus membros.Quando o mercado tumultua-se pelo grande número de concorrência, então é o momento em que o proprietário se vê obrigado a profissionalizar posições, o que significa criar o grupo de influenciadores internos da área de markentig, estratégia e de pesquisa e desenvolvimento como dominantes no interior da coalizão, a importância deles podem variar de um país para outro. Já o aparecimento de influenciadores externos se faz à medida que o sistema capitalista se desenvolveu com o conseqüente aumento de visibilidade de importância da organização empresarial.
Os influenciadores externos incluem o governo, entendido em seus diversos níveis, federal, estadual e municipal, bem como governos de países estrangeiros e organizações internacionais. Além do governo incluem o mercado, abrangendo clientes, competidores, acionistas e empresários d recursos financeiros, e a comunidade de maneira mais ampla.
Existe também o mito da grande família, que esta imagem é frequentemente usada nas organizações para reforçar o clima de camaradagem entre e confiança que se pretende ter entre as pessoas da que trabalham na empresa, pretendendo com isso o comprometimento das pessoas com os objetivos sociais da empresa. Com isso o conflito entre capital e trabalho é substituído pela cooperação.Atualmente o que se observa é que nas grandes organizações, é o poder está prevalecendo.
Este poder é cultural e já vem de longo tempo, os que possuem o poder mandam e o outros obedecem, com isso, muitas vezes a questão ética fica esquecida, quem tem poder está sempre querendo aumentá-lo e acaba se esquecendo de tudo o mais.
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