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O Tronco do Ipê Imprimir E-mail
Escrito por Paulo Cesar de Oliveira Filho   


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Em O Tronco do Ipê, narra-se, em terceira pessoa, e entre muitas peripécias, a história de Mário e Alice. Mário suspeita que seu pai foi assassinado e vive oprimido por isso, o que o torna próximo de Manuel Canho, o gaúcho. O avô de Mário era dono da fazenda o Boqueirão, fazenda no interior fluminense, onde vivia com o filho e o neto (Mário).

Viúvo o velho torna a casar-se e sua esposa tece intrigas que culminaram com a expulsão do pai de Mário, que só retorna a fazenda quando o velho pai esta doente. Durante a visita, o pai de Mário morre em circunstâncias meio misteriosas e, com o choque da morte do filho, morre também o velho. Quando se faz o levantamento dos bens deixados pelo avô, descobre-se que todos os bens estão hipotecados a um amigo do pai de Mário, que passa a ser o novo proprietário da fazenda.

O fato surpreende a todos e levanta suspeitas de que o pai de Mário foi assassinado pelo atual dono do Boqueirão, o agora Barão da Espera. As suspeitas se fortalecem pela atitude paternalista do Barão de Espera, que praticamente sustenta Mário e sua Mãe, como se quisesse acalmar a consciência. Mário salva Alice, filha do Barão, de morrer afogada, mas continua a suspeitar do pai da moça. Vai estudar na Corte de onde regressa formado sete anos depois, numa véspera de Natal.

Sucedem-se vários desentimentos entre Mário e Alice, porque, apesar do amor que sente, pesa sobre Mário a suspeita de casar-se com a filha do assassino de seu pai. Alice sofre com isso e o Barão resolve suicidar-se no Boqueirão no que é salvo por Mário, que acaba sabendo da verdadeira história: o Barão não matou seu pai. Tudo se esclarece e Mário e Alice casam-se.
 
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