Resumo Noites no Sótão de Maria Teresa Maia Gonzalez

Resumo do Livro Noites no Sótão de Maria Teresa Maia Gonzalez.

Resumo Noites no Sótão de Maria Teresa Maia Gonzalez
Noites no Sótão

Resumo Noites no Sótão

Título da Obra: Noites no Sótão

Autor: Maria Teresa Maia Gonzalez

Editora: DIFEL

Ano de Edição: Março de 2006, 5ª edição

Local de Edição: Viseu

Personagens Principais: Angélica, Dinis e Ernesto

Personagens Secundárias: Filomena, Tó Bé, Tomé, Lina, Duarte, Maria, Sofia e Dr.Frota

Resumo da história:

O Dinis abriu um processo em tribunal contra o seu pai Ernesto, já que ele quando estava sob o efeito do álcool agredia os outros membros da família. Dinis abriu este processo pelo facto da última cena que se passou em casa lhe ter causado muitos hematomas e um braço partido.

Mas, a mãe tinha tanto medo do seu marido, que em tribunal negava todas as acusações de ter sido vítima de agressões por parte do seu próprio marido.

Dinis abriu este processo no dia em que fugiu de casa por ter sido agredido violentamente. Agora, ele estava a viver em casa do melhor amigo Duarte. Os avós maternos ajudavam-no a pagar a renda à Dona Luísa.

Como era costume, no sábado, o Dinis foi a casa dos avós maternos Tomé e Lina que viviam em Alverca do Ribatejo. O assunto, ao almoço foi o esperado, o do julgamento contra o pai.

Mas, a avó Lina também lhe disse que havia uma rapariga que gostava dele chamada Madalena, apesar de ele não se importar. No caminho para casa que fazia de comboio, lembrou-se da pessoa de quem ele realmente gostava que era a Sofia, apesar dela namorar com um médico chamado Paulo.

Eles eram um casal perfeito, aquele que os seus pais nunca conseguiram formar. Na segunda-feira, foram chamar o Dinis à sala de aula porque tinha uma chamada urgente.

Ele ficou muito assustado, mas era apenas o seu irmão mais novo Tó Bé a lembrar-lhe do seu aniversário e pediu como presente o seu regresso a casa. No intervalo, a Maria, que gostava dele, foi tentar conversar com ele, mas não resultou muito bem.

Triste, quando Maria chegou a casa contou à sua melhor amiga Diana o que se tinha sucedido, queixando-se de que o Dinis não lhe ligava, mas também estava com pena dele por ter tido de sair de casa. No prédio da sua antiga casa, Angélica encontrou o Paulo e a Sofia que lhe perguntaram pelo Dinis, mas ela não deu grande resposta.

Quando chegou a casa, ela perguntou pelo Tó Bé que se tinha refugiado no sótão como o Dinis fazia enquanto havia discussões entre o casal. No mesmo dia, o Dinis e o Duarte compareceram no tribunal.

O Duarte iria responder a um interrogatório feito pelo Dr. Maurício. Duarte sentiu-se um pouco mal com tais perguntas que acusavam o Dinis de ser provocador de agressões.

Em casa de Angélica, o Tó Bé continuava a perguntar pelo irmão mais velho e a mãe respondeu-lhe que ele já não se importava com eles. Nessa noite, o Dinis levantou-se, observou as estrelas, mas não conseguia parar de pensar na sua família e na Sofia.

No fim das aulas, a Maria foi falar com o Duarte que era o seu ex-namorado sobre o Dinis. Ela estava muito preocupada com ele e com a situação difícil em que se encontrava, mas também de ele não lhe ligar nenhuma.

Às cinco horas, o Dinis encontrou-se com a Mena e o seu namorado Fausto. Ela pediu-lhe para desistir de levar o processo para frente e ele respondeu que ia pensar.

Depois ficou tarde e ela teve de ir para casa antes que levasse um ralhete. Angélica esperava o seu marido a altas horas da noite temendo o seu futuro próximo.

De tanto pensar na sua família acabou por adormecer a chorar. No primeiro sábado de Março, Dinis foi a Alverca do Ribatejo e os avós maternos pediram-lhe também para desistir do processo, para não haver mais problemas na família.

Quando chegou a casa do Duarte, ele disse-lhe que a Sofia tinha telefonado a pedir-lhe para ele ir à sua casa. Ele ficou muito contente e foi logo lá. Estiveram a conversar até que depois começaram aos beijos um ao outro, o que se tornou muito estranho.

O Dinis foi a correr para a escola primária para dar os parabéns ao Tó Bé, apesar dele ficar triste por ele não poder comparecer na sua festa. Em casa, a Maria estava a escrever uma carta para o Dinis.

Mas foi falar com a sua irmã Francisca acerca do Dinis e depois daquilo que ouviu acabou por rasgar a carta. Na segunda-feira, mal tocou para o primeiro intervalo, o Dinis saiu disparado da escola sem dar satisfações a ninguém.

Sentou-se num banco de jardim a ler uma carta que a Sofia lhe tinha mandado a pedir desculpas por aquilo que tinha acontecido no sábado. Nesse jardim encontrou um casal de velhotes muito felizes e ele perguntava-se como é que os seus pais que eram muito mais novos, não se davam bem. Depois ele foi espairecer e só chegou a casa à noite. Aí, ele contou ao Duarte que tinha pedido ao Dr. Frota para desistir do processo, por não valer a pena.

Em casa dos avós maternos, o avô felicitou o Dinis por ter desistido do processo contra Ernesto. Quando chegou perto da casa do prédio onde agora vivia, viu o carro do seu pai lá estacionado. Ao tentar entrar no prédio, o pai chamou-o.

Com tanta algazarra, o Duarte vem cá a baixo para ver o que se passava. A mensagem que o pai lhe quis passar foi a de que não poderiam voltar a viver sob o mesmo teto. Quando Ernesto chegou a casa viu a Mena aos beijos com o Fausto, o que provocou ainda mais dores de cabeça.

Angélica telefonou ao Duarte a mando do marido para dizer ao Dinis que tinha de ir buscar o resto das suas coisas àquela fatídica casa. Foi o que Dinis fez, um pouco antes do almoço para não encontrar o pai em casa. Só estava lá a Mena. Ao entrar em casa, ele viu a sua mãe encostada a um canto a chorar por causa da cena que se tinha passado na noite anterior.

Ele foi buscar as suas coisas e foi-se embora. Passadas duas semanas, o Dinis sentia-se muito aliviado, tanto que foi almoçar com a Maria. Conheceram-se melhor os dois e ele descobriu que ele tinha coração muito grande. Em casa, aconteceu uma grande cena de violência que levou a mãe e o Tó Bé ao hospital.

Por fim ficou decidido que iriam viver para outro apartamento, longe do pai. Já em Junho viviam todos felizes na nova casa, sem a presença negativa do pai Angélica acabou por pedir o divórcio que mais tarde foi aceite. Os irmãos mais velhos foram buscar as suas coisas à casa do pai.

Este entrou em casa e disse muito de mansinho que agora já poderiam voltar todos para casa, mas eles não se deixaram enganar e foram-se embora para não haver mais problemas. À noite, o Dinis foi ao cinema com a Maria e finalmente descobriram que só podiam estar juntos agora, sem problemas.