Não Encontrou? Pesquise Aqui!

Robison Crusoé

Quando li este livro ainda estava na 5ª Série, mas a capa me chamou muito a atenção, um homem náufrago olhando para o horizonte em busca de uma esperança, um navio que o tirasse de lá. O livro conta a história de Robinson Crusoé que era um jovem marinheiro inglês. Um dia decide seguir seu caminho e parte para uma aventura sem avisar ninguém, embarca em um navio. Como castigo do destino, seu navio é pego por uma tesmpestade e naufraga. Toda a tripulação morre, exceto pelo jovem Crusoé, encalhado naquela ilha do Caribe. Lá ele tem duas escolhas, se deixar levar pela maré ou lutar pela sua vida. Ele busca por mantimentos no navio naufragado. Constroe uma fortaleza de madeira na praia e uma outra casa, embrenhada na floresta, a qual chamava de "Casa de Campo", plantou cereais a partir de grãos que haviam no navio. Então vem a descoberta, Robinson não estava sozinho na ilha, havia uma tribo de canibais, e destes canibais ele "domestica" um. Deu-lhe o nome de Sexta-Feira. Depois de algum tempo, encontra um barco no horizonte, este o leva até sua querida Inglaterra, lugar o qual não ficou por muito tempo. Ele decide voltar à ilha onde passou vinte e oito anos de sua vida. Lá encontra seus amigos espanhóis que o haviam ajudado a sair da ilha. Robinsou fretou um navio com vacas, armas, provisões, e aquela pequena ilha agora se tornara um feliz, próspero e populoso vilarejo, no meio do Caribe. Eu recomendo este livro. Atualmente vendido pela ED. Scipione, coleção Reencontro, de Daniel Defoe. Adaptação para o Prtugûes de Werner Zotz. ===================================================== Escrito por Daniel Defoe e publicado em 1719; tornou-se um clássico Da literatura mundial, uma leitura inesquecível. Publicado na íntegra na coleção L&PM POCKET, esta obra-prima que encantou e encanta tantas gerações está novamente disponível em todas as livrarias brasileiras e outras mundo afora. Aos dezoito anos, foge de casa e se engaja num navio e assim começam, as Aventuras de Robinson Crusoé ao tornar-se um marinheiro náufrago numa ilha deserta; onde evidentemente no meio de grandes privações e muitas peripécias em suas adaptações às possibilidades de sobrevivência, após 25 anos de solidão de maneira surpreendente torna-se hospedeiro de um fugitivo a quem denomina “Sexta-feira” em referência ao dia da semana em que o salvou e assim prossegue sua aventura, criando uma exótica e emocionante aventura numa romântica ventura universalmente conhecida de tantos leitores. Na leitura, vamos avançando de modo a escapar de um mundo de perigos; e também de forma a seguir com enorme interesse o sucesso do herói em construir, passo a passo, uma réplica física e moral do mundo que ele deixou para trás. No Brasil Monteiro Lobato criou uma adaptação do ramance para o Ano Internacional da Criança com o tema Aventura e Trabalho denominada história 73; contando a estória de forma colorida e atraente descrevendo em quase 30 partes; deleitando-nos com o prazer da leitura, mesmo num formato um tanto resumido. O belo romance que encantou, encanta e tenho certeza que encantará qualquer criança ou até mesmo adultos que a leia, continua despertando o desejo pela leitura. Mais de 200 anos depois da primeira edição, essa história ainda encanta os amantes de aventuras, a cada capítulo. Proporcionando ao leitor conhecer e até vivenciar aspectos da época. Magnífico, foi o termo que encontrei para definir o prazer de ler este romance.

Outros Links